Mitologia Teísta

A mitologia teísta é o conjunto cultural e filosófico que abrange tradições e lendas feitas para tentar fundamentar ideias sobre criação do mundo, fenômenos naturais sob a perspectiva de uma divindade na qual é adorada por seus adeptos a que explicações simbólico-imagéticas são suas únicas fundamentações existentes para a sustentação de tais. Na mitologia teísta abrangem todas as concepções teístas, como: monoteísmo, politeísmo, teísmo indefinido e panteísmo.

Introdução

O que todas elas tem em comum é:

• A crença teísta, isto é, um deus pessoal, seja um ou mais;

A crença teísta

O teísmo é uma crença na existência de deuses, seja um ou mais de um, no caso de mais de um, pode existir um supremo. Tal concepção é não somente formada pela crença mas também pela relação com estes deuses ou deus, tendo como regra ou costume a adoração a tal divindade.

Primeiramente, a crença na existência de uma divindade é tão absurda quanto acreditar que o Superman existe (Men of Steel – Homem de Aço). Não tem cabimento algum, noção, enquadramento, lógica e razão para se dizer sobre um deus num universo caótico, injusto e imperfeito como este. As pessoas que ainda acreditam em divindades são justamente pessoas cegas que não conseguem enxergar a tolice de se crer numa divindade que não faz absolutamente NADA para mudar a qualidade de vida e a justiça no universo.

Sem pensar duas vezes, mesmo que me dissessem a pensar de novo certamente digo não a adoração a qualquer divindade, pois não há divindade alguma que seja digna de honra, adoração, homenagem ou reconhecimento diante de que todos os seres humanos tendo de lutar por si mesmos para enfrentarem os diversos problemas que primeiramente a natureza entrega, e depois os consequentes.

Hume postula:

“O poder de um deus é infinito: o que quer que ele deseja é executado. Mas nem homem nem qualquer outro animal é feliz. Portanto ele não deseja sua felicidade. Sua sabedoria é infinita: ele nunca erra em escolher os meios para qualquer fim: mas o curso da natureza tende a ser contrário a qualquer felicidade humana ou animal: portanto não é estabelecido para tal propósito. Através de toda a história do conhecimento humano, não há inferências mais certas e infalíveis do que estas. Em que ponto, portanto, sua benevolência e misericórdia lembram a benevolência e misericórdia dos homens?”

Ora, fica mais provável que estas pessoas que acreditam em deuses são pessoas que herdaram concepções de homens primitivos que tinham o costume de divinizar tudo o que viam pela frente. E se os homens começam a divinizar tudo aquilo que eles não compreendem, então não haverá limite para as coisas divinizadas.