Mitologias Politeístas

A mitologia politeísta é o conjunto mitológico que abrange as mitologias das crenças na existência de várias divindades. As que compõe são, das antigas: Africana, Angolana, Árabe, Armênica, Asteca, Assíria, Babilônica, Bantu, Brasileira, Bramanismo, Chinesa, Céltica, Congolesa, Egípica, Etrusca, Eslava, Etíope, Estoniana, Escocesa, Fenícia, Fino-húngara, Filandesa, Greco-romana, Grega, Guaraní, Germânica, Havaiana, Hinduísmo, Vixnuísmo, Xivaismo, Hitita, Inca, Inuíte, Iorubá, Khoi, Letã, Líbio-amrênica, Lusitana, Laponiana, Maia, Malaia, Mamaiu, Maniqueísmo, Maori, Mongol, Moabita, Navajo, Nórdica, Persa, Polinésia, Polonesa, Religião tradicional chinesa, Religiões de matriz africana, Religiões tradicionais africanas, Religiões afro-americanas, Religiões afro-caribenhas, Santería, Vodu, Religiões Afro-Brasileiras, Batuque, Candomblé, Tambor de Mina, Xangô do Nordeste, Umbanda, Quimbanda, Rapa nui, Romana, Russa, Síriaca, Suméria, Siamesa, Samoieda, Tupi-guarani, Tailandesa, Transilvânica, Védica, Xintoísmo, Zoroastrismo. E do neopaganismo: Asatrú, Bruxaria Ancestral, Helenismo, Wicca, Xamanismo, Odinismo, Druidismo, Kemetismo.

Contradição

De todas estas religiões politeístas uma única coisa elas têm em comum, a definição clara e evidente de suas divindades. Ao contrário das religiões monoteístas as politeístas possuem suas divindades muito bem definidas com nomes próprios e características muito compreensíveis. O ponto de contradição de tais religiões são justamente a ausência total das divindades supramencionadas na realidade em que vivemos. Tais deuses são imagens esculpidas pelo trabalho de um escultor, ou objetos ou fenômenos da natureza considerados seres “vivos”.

Se uma divindade é feita de um material elaborado pela mão humana define sua origem claramente como humana. Se uma divindade é identificada com algum objeto da natureza sua origem está claramente definida como uma má interpretação de tal objeto da natureza. Tais divindades ficam definidas como imaginárias, idealizadas sem comprovação existencial real.

Desta forma, a crença na existência destas divindades é tão absurda quanto acreditar que o Batman das HQ’s existe (Homem Morcego). Não tem cabimento algum, noção, enquadramento, lógica e razão para se dizer sobre um deus num universo caótico, injusto e imperfeito como este. Uma divindade, seja ela deista ou teista incorre nos 5 pilares do ateísmo os quais tem por obrigação resolver. As pessoas que ainda acreditam em divindades são justamente pessoas cegas que não conseguem enxergar a tolice de se crer numa divindade que não faz absolutamente NADA para mudar a qualidade de vida e a justiça no universo.