Deuses

O que seriam?

Primeiramente: o mensageiro de deus é inútil, pois ao iniciar seu discurso em defesa de seu deus ou mesmo anunciá-lo a qualquer ser vivo deste planeta só demonstra o quão inútil é seu deus que não possui poder nem para falar por si próprio. Ora, deuses incompetentes estes, que precisam do auxílio de outros para falar deles mesmos e por eles próprios, não possuem boca não? Portanto, quando qualquer anunciante de deuses se aproxima no intuito de defender ou anunciar seu ser imaginário já logo torna inválida sua própria palavra. Pois saiba que TODA pessoa que fala de seu deus está confirmando que seu deus não consegue nem falar por si mesmo, sendo desta forma um inútil. Isso já encerra TODOS os pregadores de deuses!

A palavra "deus" é uma variação do nome do filho de Cronos, Zeus, que foi o vitorioso na guerra contra os titãs, da mitologia grega. A derivação de seu nome "Días" ou "Diós" que em português é "Deus" foi utilizada para então identificar todos aqueles na qual ele salvou da barriga de seu pai e os que se juntaram a ele na guerra contra os titãs, isto é, seus irmãos: Hades e Poseidon. Por ter ganhado a batalha Zeus exercia a autoridade sobre seus irmãos como um pai exerce sobre sua família, todos os filhos dos titãs receberam Zeus como seu rei e seu pai, mesmo sendo ele seu irmão. Neste tratamento todos os filhos dos titãs e os que se juntaram a ele no monte olimpo foram identificados como filhos de Zeus, recebendo eles a derivação de seu nome "Dios" "Deus". O termo "deus" em nada estava relacionado com o atributo "onipotência", "perfeição" ou até mesmo "benevolência", e nem era um título mas a variação do nome pessoal do filho mais famoso de Cronos, Zeus. O termo também foi aplicado a todos aqueles na qual os gregos adoravam, como o bode Pã, da natureza e floresta, as ninfas Náiades (que moravam nas nascentes), Dríades (espíritos das árvores) e as Nereidas (que habitavam o mar), Sátiros, meio homem, meio bode, e outros que residiam em florestas, bosques e mares. O termo também não está associado a criação do universo ou da humanidade, pois a terra era Gaia e a humanidade foi criada por dois titãs: Epimeteu e Prometeu. Os termos "ZEUS", "THEOS" e "DEUS" são a mesma divindade, não há diferença entre a etimologia da palavra "Deus" e "Theós", ambas vieram do Indo-Europeu "DHES", "DIW". Talvez "diós" tenha sido uma forma de passagem para "Theós". Inclusive Zeus também era chamado Theos, Theon, depois usado como Dion, em sua cidade. A palavra Zeus, em sua forma nativa "Theos" é que gera a palavra "Deus", motivo este de os "Titãs" serem seres muito mais anteriores a Zeus e não serem classificados como deuses, isto é, tendo a origem da palavra "deus" em Zeus.

O termo "deus" se tornou popular no ocidente após a tradução da bíblia grega para o latim e português, quando Santo Agostinho traduziu da bíblia hebraica a palavra "elohim" para "theos", forma nativa de "Zeus", para referir-se ao Javé dos israelitas, por ser a entidade adorada por aquela cultura. Quando o cristianismo começou a se estabelecer como religião oficial na maior parte do planeta a humanidade decidiu utilizar o termo "deus" como padrão para todos os seres na qual suas culturas traziam o costume de adorar. O problema foi que as religiões, incluindo a israelita, possuíam concepções diferentes de "deuses", os quais não eram como Zeus, o que tornou o termo extremamente ambíguo. Um deus poderia se referir a um ser limitado como Zeus, ou como a alguem com mais poder do que Zeus, mais precisamente alguém perfeito (onipotente e benevolente). Assim o termo deus precisou sofrer reajustes de significado ao longo do tempo para ter precisão sendo até hoje um termo vago. Já outra palavra utilizada para se referir a seres superiores a qual é atualmente muito popular mas que não sofre esse problema é a palavra "God" em inglês, usada atualmente com mesmo significado e objetivo da palavra "Deus" no português, porém não sendo descendente de ídolos mitológicos, pois o termo "God" vem do Germânico "GUTHAN", possui o significado de “aquele que é invocado, que é chamado”. A palavra era originalmente neutra em proto-germânico, posteriormente mudou-se a palavra "God" para um sentido masculino para se refletir a mudança na religião ao cristianismo, tanto do Proto-Germanico "GUDA" (compare holandês god, alemão Gott, dinamarquês GUD), a partir do proto-indo-europeu "ǵʰuto" ("invocado").

Até hoje não foi encontrado nenhum deus. Os teístas, deistas e qualquer outro religioso ou crente tentam apresentar a hipótese "deus" como solução ou resposta para as questões científicas, existenciais e/ou morais de nosso universo, porém o que diferencia a ciência de tudo o que já foi ensinado no planeta terra é que a ciência trabalha com coisas reais. Para a ciência considerar a hipótese "deus" ela precisa ser uma hipótese testável e detectável, pois não há pensamento pré-disposto na ciência. Neste caso, tanto a hipótese "deus" como qualquer outra hipótese possuem a mesma chance de serem consideradas, desde que seja comprovado tal ideia. Não há motivos de se sustentar uma hipótese sem provas como solução ou resposta a algo mesmo que o mundo inteiro tenha optado por ela. Se existe algum "deus" material ou imaterial sua matéria ou composição necessita ser presenciada, percebida, detectada, especificada e classificada. O fato de não se ter encontrado nenhuma divindade até hoje significa que as mesmas não podem ser consideradas como confirmação de resposta ou causa. Tais permanecem apenas como imaginárias e/ou idealizadas individualmente por cada pessoa. Assim a menção de muitos deuses confirma apenas que tais foram idealizadas individualmente originando um número tão grande de divindades quanto o número de pessoas capazes de idealizar a hipótese. Nenhum deus, qualquer deles que seja apresentado para ser adorado é digno de adoração, reconhecimento ou honra, pois para ser adorado um ser precisa fazer um bem supremo, algo que salvaria toda a humanidade, como por exemplo a solução do problema do mal, da descrença, e do ônus da prova. Assim apresentar um ser como criador sem ter a presença do tal e exigir adoração a tal ser simplesmente por ele ser "criador" não é motivo justificado. Os 5 argumentos do complexo ideológico ateísta ainda estão de pé, e para alguém ser reconhecido, homenageado ou honrado é necessário que mereça tal ação, portanto nenhum "deus" merece reconhecimento haja vista que os "mesmos" nada fazem pela humanidade.

Argumentos a favor

Os teístas também possuem seus argumentos para favorecerem a existência de uma divindade, não se trata do argumento do Design Inteligente, para ver o argumento do Design Inteligente visite a página Mitologia do Design Inteligente, estes argumentos são outros, os quais são expostos como: Argumento Ontológico, Argumento do Ser Necessário, Argumento dos Graus de Perfeição, Argumento da Inteligência Ordenadora, Argumento da Lei Moral, Argumento Psicológico, Argumento da Analogia e o Argumento Moral. Todos estes argumentos são apresentados a seguir nas suas devidas categorias. Nesta página também podemos enumerar e listar todos os deuses mais importantes do planeta e suas características, presentes no tópico Lista dos principais deuses do planeta

Argumento OntológicoVitral do século XIX retratando Santo Anselmo. Arcebispo de Cantuária e Doutor da Igreja

Isaac Newton que me perdoe, mas o argumento ontológico é o pior argumento de todos para tentar favorecer a existência de uma divindade. Concluir que uma divindade é obrigatoriamente um ser perfeito e, portanto, deva existir é não só contradizer a origem etimológica da palavra “Deus” como também negar cegamente o problema do mal. Deus é Zeus, a palavra "dios" é uma variação do nome "zeus" e Zeus não era perfeito. O argumento ontológico é tão tosco que nem os próprios crentes chegaram em um consenso, por exemplo: rejeitaram o argumento ontológico Tomás de Aquino, David Hume, Immanuel Kant, entre outros. A primeira crítica ao argumento ontológico veio de um contemporâneo de Anselmo, Gaunilo de Marmoutiers. Ele usou a analogia da ilha perfeita, sugerindo que o argumento ontológico poderia ser usado para provar a existência de qualquer coisa. Essa foi a primeira de muitas paródias a Anselmo, todas elas sendo concluídas em consequências absurdas. Mais tarde, Tomás de Aquino rejeitou o argumento ontológico de Anselmo baseado na ideia de que os humanos não podem entender a natureza de Deus. David Hume ofereceu uma objeção empírica, criticando a falta de fundamentação racional e rejeitando a ideia de que algo precisa forçosamente existir. A crítica de Immanuel Kant foi baseada no que ele definiu como sendo a falsa premissa de que a existência é uma qualidade de algo. Ele propusera que a existência não é uma característica necessária para a perfeição e que uma ideia "supremamente perfeita" pode ser concebida sem que ela de fato exista. Finalmente, filósofos, incluindo C. D. Broad rejeitaram a coerência da máxima grandeza de um ser, propondo que alguns atributos da grandeza são incompatíveis com outros, tornando a expressão "máxima grandeza" incoerente.

Argumento do ser necessárioVitral retratando Santo Tomás de Aquino. Proponente clássico da teologia natural e o pai do tomismo

O argumento do ser necessário alega que nem todos os seres podem ser desnecessários, caso contrário o mundo não existiria, alguma vez nada teria existido, logo é preciso que haja um Ser Necessário que fundamente a existência dos seres contingentes e que não tenha a sua existência fundamentada em nenhum outro ser. Ora, este é mais outro argumento falácia, não tem nada a ver, não é necessário afirmar a existência de ser algum para explicar a existência dos seres contingentes, pois ninguém diz que do “nada” vieram as coisas, mas sim que não há necessidade alguma de haver um ser para formar o universo. A não existência de um ser incontingente não diz que “alguma vez nada teria existido”, isso é que realmente não tem nada a ver. Afirmar uma coisa necessária é totalmente diferente de afirmar um ser necessário. Uma coisa necessária pode muito bem não ser um ser necessário.

Argumento dos graus de perfeiçãoPintura de John Singleton Copley, 1775, Ascensão de Jesus ao Paraíso. Representando a máxima da perfeição humana.

Tomas de Aquino argumenta que há “graus” de perfeição nos seres e que isso significa que o universo está ontologicamente hierarquizado levando a conclusão de que dos menos perfeitos aos mais perfeitos deva haver um parâmetro final onde toda a perfeição está presente sem imperfeição, e que tal seria Deus. Este argumento é uma das maiores mentiras que eu particularmente já ouvi, tirando é claro, o argumento ontológico. Primeiramente não existe “grau” de perfeição, isso não existe, ou se é perfeito ou se é imperfeito, e imperfeição é justamente ter características diversas, o universo não está hierarquizado simplesmente porque nós não somos perfeitos e nenhum ser perfeito pode criar algo imperfeito. Isso é paradoxal. É novamente negar cegamente o problema do mal, nenhum ser perfeito que exista permitiria a existência do mal de qualquer forma possível. Está errado este argumento com todas as letras.

Inteligência ordenadoraSeparação da terra das águas, Michelângelo, Capela Sistina, Vaticano.

Argumenta que existe uma ordem no universo e que toda ordem é fruto de uma inteligência ordenadora, que não se chega à ordem pelo acaso e nem pelo caos, logo há um ser inteligente que dispôs o universo na forma ordenada. Eu sinceramente estou começando a ficar cansado de ter que rebater vários argumentos universais e “colossais” para a existência de um deus com a mesma resposta. Sinceramente, acredito fielmente que estas pessoas nunca devem ter observado as desordens que acontecem no universo, nas estrelas, nos planetas, e inclusive no planeta terra, pois nós seres humanos também somos parte do universo. A suposta ordem que existe no universo, que na verdade é uma porção de ordem e não uma ordem propriamente dita, é fruto das próprias propriedades das matérias que compõem o mesmo universo, na qual permitem que as mesmas tenham tais características. Não há a necessidade de uma mente inteligente existir para sustentar a "ordem" no universo simplesmente porque não existe "ordem" nesse imundo universo, pois garanto que se ela existir vou dar esporro nela até o cu dela fazer bico por todos os erros e males que existem neste universo, vou chama-la de burra e expor toda a sua burrice em público até ela se tornar verdadeiramente inteligente e então ser digna de tal adjetivo.

Argumento da lei moralSefer Torá, na Sinagoga em Casale Monferrato

Dá-se o nome de Lei Moral ao conjunto de preceitos que o homem descobre na sua consciência e que o fazem distinguir o bem do mal, o certo do errado, o justo do injusto e o impelem a praticar o bem e a evitar o mal. Primeiramente este argumento deve certamente ter desconsiderado o Ego e o Superego, pois estas estruturas do aparelho psíquico, presente tanto nos homens quanto nos outros animais em menor intensidade não prova a existência de um deus, mas pelo contrário, favorece sua inexistência pois mesmo com esta “concepção de lei moral” o mal ainda existe no mundo. Na boa, já estou me cansando de ter que destruir estes argumentos toscos com o problema do mal. A lei moral, segundo os teólogos Ricardo Sada e Pablo Arce, teria três condições:

1. Obriga a todos os homens, por exemplo, a relatar-lhes com respeito à vida e à propriedade alheia, proíbe o assassinato e o roubo.
Resposta: Não obriga porque o mal existe, obrigaria se não existisse o mal, nem o roubo e nem o assassinato, portanto seu argumento número 1 é falácia.

2. É superior ao homem, ninguém pode muda-la ou revoga-la, por exemplo, ninguém poderá fazer com que o estupro de uma criança seja algo bom.
Resposta: Mentira, é inferior ao homem pois muitos valores são mudados e invertidos na sociedade com o passar do tempo e os próprios estupradores consideram maravilhoso estuprar uma criança, por isso eles o fazem, isso já encerra seu argumento 2 como falácia.

3. Obriga em consciência, isto é quando a cumprimos, sentimos a satisfação do dever cumprido; quando a transgredimos, mesmo que às ocultas, sentimos remorsos. A lei moral supõe um legislador que atenda a estas três condições, que seja superior ao homem, que possa obrigar a todos e que lhes possa ler na consciência, a este legislador chamamos Deus.
Resposta: Não obriga em consciência, na verdade o que atua são o: Id, Ego e Superego, estruturas do aparelho psíquico que não tem nada a ver com deus. Elas possuem suas falhas e podem ser manipuladas muito facilmente, basta ensinar uma criança valores diferentes e ela crescerá com um senso de justiça totalmente diferente do seu e do seu deus. Isso prova a inexistência da verdade na sua falácia número 3.

Argumento psicológicoPintura ilustrando o paraíso islâmico relatado no Alcorão

Fundamenta-se na constatação de que todo homem busca a felicidade e que esta felicidade plena e eterna mesmo quando se alcança não dura pois um dia chega a morte. Logo deve existir um bem cuja posse seja capaz de dar ao homem a felicidade infinita e eterna que tanto busca. Eu estava esperando um argumento mais forte, vindo de termos mais modernos como “psicológico” mas este argumento é uma cópia do argumento ontológico. Em que deus está relacionado com a felicidade? Pois ele é o maior causador da infelicidade já existente!? Hume postula: “O poder de um deus é infinito: o que quer que ele deseja é executado. Mas nem homem nem qualquer outro animal é feliz. Portanto ele não deseja sua felicidade. Sua sabedoria é infinita: ele nunca erra em escolher os meios para qualquer fim: mas o curso da natureza tende a ser contrário a qualquer felicidade humana ou animal: portanto não é estabelecido para tal propósito. Através de toda a história do conhecimento humano, não há inferências mais certas e infalíveis do que estas. Em que ponto, portanto, sua benevolência e misericórdia lembram a benevolência e misericórdia dos homens?”. O paraíso é uma idealização da mente humana ante a insatisfação de um universo desfavorável, na esperança de um dia realizar sua busca interna pela felicidade, satisfação, prazer e descanso os quais não são realizados por quem não tem poder.

Argumento da analogiaPintura em tela relatando a imaginação infantil

Outro argumento do Aquino é que a partir do conhecimento das criaturas pode-se atribuir a Deus todas as perfeições que nelas se encontram e as que se pode conceber, bem como nele negar tudo o que as criaturas têm de limitado e imperfeito. Eu particularmente estou ficando surpreso e impressionado com a "inteligência" deste homem, já lidei com argumentos fracos, mas este é o cúmulo da fraqueza, ele falou mal do argumento ontológico mas fez outro igual, dizendo claramente que Deus é um ser imaginário, self-servisse, idealizado e puramente filtrado pela cabeça de cada um. Isso pra mim já encerrou. Como assim "pode-se atribuir"? Ninguém tem que atribuir nada a deus nenhum, ele tem por obrigação se quiser ser reconhecido se revelar inteiramente e abertamente a todos os homens do planeta ou a todos os seres do universo, o que Aquino propõe não tem cabimento.

Argumento moralPintura ilustrando crianças de rua furtando, Needham, George Carter (1884)

O argumento moral alega que ninguém pode ser bom sem deus, que a capacidade de fazer o bem e de ter normas no mundo é atributo de um deus, o qual sem o mesmo o mundo se torna um caos.

Em primeiro lugar: O mundo já é um caos, independentemente se você prove ou não que deus exista, independentemente se você alegue ou não que sem deus o mundo viraria um caos, com as inúmeras religiões existentes e que já existiram no planeta o mundo até hoje ainda não foi corrigido (só a expressão "corrigir" já é uma ofensa a deus pois ele criou essa merda e nós do futuro temos que ficar corrigindo suas cagadas). Os teístas deveriam ter vergonha de usar argumentos morais, pois eles só favorecem a inexistência. Se você pensar que não possui motivos para viver então você não os terá, mas se você pensar que possui motivos para viver então você os terá. Isso não diz respeito a um deus, mas depende de você!

Em segundo lugar: Se estamos falando de um deus abraâmico, nenhum deus abraâmico deu exemplo nenhum de bondade, ou de caráter ideal. Quero saber qual é o deus abraâmico que fez isso? Vou mostrar a indignidade deles:

Javé/Jeová - Matou e roubou seres humanos mesmo tendo todo o poder do mundo (Gn 6:7, Dt 3:7).
Jesus - Cometeu suicídio numa ideia errada de tentar ser o messias e mesmo "supostamente" tendo alegado possuir todo o poder do mundo levou todos os seus discípulos a morte (Mt 27:50, 28:18, At 7:58-60).
Espirito Santo - Matou discípulos de Jesus mesmo tendo todo o poder do mundo (At 5:3-5, 20:23).

Qual seria a moral que estes deuses têm a ensinar?

Em terceiro lugar: Qual seria o motivo para ser do bem sem uma divindade? Simples, primeiramente porque eu conheço o que é realmente o bem e não estas divindades, e também porque conheço os benefícios do bem, sua eficácia, e sua superioridade. Tudo o que existe de bom: a organização na sociedade, a tecnologia, o conforto, a segurança, a qualidade de vida, a confiança, a credibilidade advém de boas ações e isto INDEPENDE de deus, mas está EXCLUSIVAMENTE ligado a consequência das coisas, ao beneficiamento justo e aprovado por todos, de prática de favorecimento justificado e da renúncia a prejuízos movidos a interesses extremamente pessoais. Isto faz com que as pessoas devam ter uma obrigação para com o bem. Só temos duas escolhas, ou prejudica ou beneficia, porém estamos cansados, de saco cheio, saturados, lotados e transbordando até os limites com as imperfeições deste mundo e destes deuses, portanto nossa escolha é pelo melhor, pelo superior, pelo bem, pelo equilíbrio, pela justiça, pela igualdade entre os humanos, pelo respeito, pela segurança, pela confiança e credibilidade, e isto mostra que podemos ser bons sem deus algum, pois não precisamos dos mesmos para chegarmos a esta conclusão. Pois a própria natureza define o que é bom e o que não é bom, se temos hoje um código de leis ou de normas éticas/morais para tentar instruir justiça é porque os próprios homens descobriram tais informações e as registraram. Tudo o que faziam dedicavam a divindades, portanto não é fruto das divindades mas dos homens que por desejo de adoração a deuses atribuíam suas inteligências e forças aos deuses a quem "serviam".


Lista dos principais deuses do planeta

Mas por outro lado, podemos ver nesta lista as principais divindades conhecidas atualmente, de diversas religiões e mitologias.
Mitologia celta
Deuses Irlandeses

• Áine, é a deusa irlandesa do amor e da fertilidade;
• Airmed, deusa da mitologia irlandesa, filha de dian cecth, seus mitos giram em torno do ciclo dos tuatha de danann;
• Áengus, também conhecido como óengus, angus mac og é o deus do amor, da beleza e dos poetas dos tuatha na mitologia irlandesa;
• Badb, uma das três deusas da guerra da mitologia irlandesa, juntamente com suas irmãs macha e morrighan. Também era uma deusa da profecia;
• Balor, rei dos formorianos, uma raça de gigantes. Filho de buarainech e cethlem, possuir olhos gigantes, um em frente da cabeça e outro por trás;
• Banba, deusa padroeira da irlanda, filha de ernmas, um dos tuatha dé danann;
• Bilé, segundo a mitologia irlandesa bile é o deus supremo, pai dos outros deuses e dos homens. Esposo de dana e pai de dagda é um dos lideres do tuatha de danann. Também é conhecido como o deus do outro mundo;
• Brigit, também conhecida como brigid ou brighid, é a deusa irlandesa da inspiração, cultuada pelos bardos, e tão possui atributos guerreiros;
• Boann, deusa irlandesa da prosperidade e da abundância era esposa de echmar;
• Bodbh, também conhecido como bodb derg ou bodhbh dearg, era filho de dagda e sucessor no trono dos tuatha de danann. Bodbh sobe ao trono após a derrota dos tuatha na batalha de tailtiu;
• Cailleach, é uma bruxa divinizada na mitologia irlandesa;
• Cian, pai de lug na mitologia irlandesa;
• Creidhne, goibniu e luchtaine, deuses conhecidos como trí dée dána, os três deuses das artes, filhos de brigid e tuiren;
• Dagda, é considerado o deus supremo na mitologia irlandesa, símbolo de masculinidade. Era também considerado uma figura paternal e protetor das tribos celtas;
• Danu, mãe dos tuatha, considerada a deusa mais forte do panteão irlandês, e mãe de dagda;
• Dian cecht, deus irlandês da medicina, pai de cian, cu e cethé;
• Elcmar, irmão de dagda, e, assim como seu irmão era o deus bom, elcmar é seu contrário;
• Ériu, filha de ernmas do tuatha é a deusa matrona nacional irlandesa. Seu nome deu origem à expressão “eire”, personificação moderna da irlanda atual;
• Étaín, deusa irlandesa da água, do sol (em sua triplicidade), dos cavalos, das fragrâncias e responsável pelas transmigrações das almas;
Mitologia cristã
Santíssima trindade

• Javé ou Jeová, deus pai, o criador, é tido como o mesmo deus da mitologia hebraica, porém chamado também de pai celestial;
• Jesus Cristo, deus filho, considerado o messias da mitologia hebraica e o salvador da humanidade, filho de Javé, em algumas ramificações é considerado um deus menor sob autoridade de seu pai o deus maior, em outra é considerado igual em autoridade;
• Espírito Santo, deus espírito, considerado pela maioria cristã como o consolador, alguém que acompanha nos momentos difíceis e substitui a ausência de Jesus, sua natureza vém de Javé. Ele não é aceito como deus em algumas ramificações da mitologia cristã;
Mitologia egípcia
Deuses egípcios

• Amen, Deus criador;
• Inpu, Deus dos Funerais e Morte;
• Amonet, Deusa do oculto e poder que não se extingue;
• Ankt, Deusa da guerra;
• Anit, Deusa da guerra;
• Anuket, Deusa do Nilo e da água;
• Hepu, Deus da fertilidade;
• Iten, Deus solar criador;
• Itemu, Deus solar criador;
• Bastet, Deusa lunar protetora da casa;
• Keb, Terra, solo;
• Hep, Deus do Nilo;
• Hut-Hor, Deusa do amor e da felicidade;
• Hor, Deus da Guerra;
• Imhotep, Deus da medicina e dos escribas;
• Ast, Deusa da Magia;
• Khepri, Deus solar autocriado, nascer do sol;
• Khnum, Deus do sol poente e criador dos homens;
• Khonsu, Deus lunar, protetor dos enfermos;
• Maat, Verdade, Justiça e Harmonia;
• Meskhenet, Deusa protectora da maternidade e da infância;
• Menu, Deus lunar, da fertilidade e da vegetação;
• Montu, Deus solar e da guerra;
• Mut, Deusa mãe, origem do criador;
• Nebet-Het, Deusa dos rios;
• Nekhbet, Deusa protectora, dos nascimentos e das guerras;
• Net, Deusa da guerra e da caça;
• Nut, Deusa do céu;
• Asar, Deus da ressurreição;
• Ptah, Deus criador e dos artesãos;
• Rá, Deus Solar, demiurgo;
• Satet, Deusa protectora do faraó;
• Sekhmet, Deusa da doença e da destruição;
• Serket Heru, Deusa dos Escorpiões, venenos e antídotos;
• User-Hep, Deus oficial do Egipto e da Grecia;
• Seshat, Deusa da escrita e do calendário;
• Suti, Deus do mal, do caos e da desordem;
• Chu, Deus do ar e da luz;
• Sobek, Deus dos rios;
• Sokar, Deus das trevas e do Tuat;
• Sopdet, A mãe e irmã do faraó;
• Tatenen, Deus criador e do que nasce em baixo da terra;
• Taurt, Deusa da fertilidade e protectora das Mulheres;
• Tefnut, Deusa das chuvas;
• Djehuty, Deus da sabedoria e da escrita;
• Uadjit, Deusa protectora do faraó;
• Upuaut, Deus da guerra e do Tuat;
Mitologia eslava
Deuses eslavos

• Dazbog, identificado como deus do sol, é filho de svarog;
• Perun, deus supremo do panteão eslavo, também é o senhor das tempestades, dos relâmpagos, dos juramentos e do trovão;
• Svantevit, divindade suprema, deus da guerra e do destino;
• Svarog, deus do fogo e da ferraria;
• Triglav, deus da pomerânia ocidental (região hoje entre a alemanha e a polônia) caracterizavam-no com três cabeças, cada uma representando os três reinos: céu, terra e subterrâneo;
• Volos, deus do gado, da propriedade e do comércio; era adorado pelos antigos checos;
• Zaria, deusa da beleza, conhecida também pelo epíteto “noiva celestial”. Também era conhecida como uma sacerdotisa da água que protegia guerreiros;
• Zorya, deusas guardiãs da noite, sendo uma a estrela da manhã (zorya ultrennyaya) e a outra da tarde (zorya vechernyaya);
• Ziva- deusa adorada na rússia, também identificada como deusa do amor e da fertilidade. Seu nome significa “viver, ser existente”;
• Berstuk, deus do mal das florestas;
• Flins, deus da morte.segundo a mitologia na polônia havia uma grande pedra onde seriam realizados cultos a essa divindade;
• Koliada, deusa responsável por trazer o sol a cada dia, também considerada deusa do céu. Sempre é perseguida por mara que pretende dete-lá e deixar o mundo em uma escuridão total;
• Porenut e porevit, deuses eslavos representados com cinco cabeças. Seu culto centrava-se em charenza, na rugia;
• Radogost, deus adorado na cidade radoszcz, adorado como deus da hospitalidade;
• Ruievit, deus que possuía sete faces feitas de carvalho;
• Stribog, cultuado como deus dos ventos, do céu, do ar, ancestral dos ventos das oitos direções;
• Kupala, deusa das ervas, feitiçaria, do sexo e do verão, sua origem é polonesa. Também era cultuada como a mãe d’água, associada às flores, árvores e ervas;
• Kupalo, versão masculina de kupala; é associado a são joão, sendo sua festa no dia 24 de junho;
• Mokosh, deusa relacionada às atividades femininas da tosquia, fiação e tecelagem, de origem russa;
• Rod, na mitologia eslava é considerado o criador do universo; no neopaganismo é frequentemente considerado o criador de toda a vida existente;
• Zirnitra, deus da feitiçaria, representando como um dragão negro. Seu nome significa “magicamente fortalecido”;
• Zlota baba, deusa de origem polonesa, chamada “mulher dourada”, por transmitir oráculos representados em ouro;
• Iarovit, deus da vegetação, da fertilidade e da primavera; comumente é associado a guerra e da colheita. Também era conhecido como “senhor severo” e seu culto estava centrado nas cidades de wolgast e havelberg (cidades atuais da alemanha);
• Morana, deusa da colheita, da bruxaria, do inverno e da morte. Seu mito ligado a colheita está relacionado com iarovit por ser esposa deste;
• Belobog, deus da luz e do sol, geralmente cultuado como “deus branco” em oposição a chernobog, deus da escuridão e da maldição;
• Chernobog, deus da escuridão e da maldição, em contraposição a belobog;
• Dodola, deusa da chuva, e esposa de perun, deus do trovão;
• Hors, deus do sol de inverno, da cura, da sobrevida, representado como o triunfo da saúde sobre a doença;
• Lada, deusa da harmonia, da alegria, da juventude, do amor e da beleza;
• Juthrbog, deusa da lua;
• Karewit, deus protetor da cidade de charenza na rugia (antiga tribo germânica);
• Kresnik, deus do fogo, do solstício de verão e das tempestades. Comumente é associado à svarog. Segundo a mitologia, kresnik evoluiu de um herói nacional que residia em uma montanha com um cervo de chifres de ouro;
• Koliada, deusa do céu, responsável por trazer a tona um novo sol todos os dias, sendo por isso caçada por mara que tenta trazer a escuridão total para o mundo;
• Berehynia, deusa protetora do lar, anteriormente era cultuada como um espírito, mas depois foi elevada a categoria de deusa;
• Jarilo, divindade masculina da fertilidade, da vegetação, da primavera, também sendo associado à guerra e a colheita;
• Dzydzilelya - deusa do amor e do casamento na mitologia polonesa, também associada da sexualidade;
• Mat zemlya, denominação usada para diversas divindades ligada as plantas, o nascimento, criação, sendo também patronos dos trabalhos;
• Ozwiena, deusa do eco, similar a ninfa grega;
• Porvata, deus dos bosques. Não possui representação e era adorado como uma manifestação das florestas;
• Ipabog, deus da caça;
• Maroiwit, deus dos pesadelos;
• Marzyana, deusa dos grãos e das colheitas;
• Gabija, deusa do fogo e da lareira na mitologia lituana, protetora do lar e das famílias, provedora da felicidade e da fertilidade;
• Oynyena maria, deusa do fogo na mitologia polonesa, auxiliar de perun;
• Peklenc, divindade do submundo e juiz divino;
• Percunatele, mãe de perun;
• Podaga, deus da caça, da pesca e da agricultura;
• Siebog, deus do amor e do casamento. É casado com a deusa ziva;
• Siliniez, deus-madeira da mitologia polonesa, sendo o musgo das madeiras sagrados ao seu culto;
• Sudice, é o destino na mitologia eslava. Espíritos dos julgamentos são representados como três idosas que se aproximam das crianças recém-nascidas e predizem seu destino;
• Sudz, deus do destino e da glória na mitologia polonesa. É ele quem determina quem será rico ou pobre;
• Varpulis, deus dos ventos e das tempestades, companheiro de perun;
• Zemyna, deusa da terra na mitologia lituana. Personifica a terra fértil e nutre toda a vida na terra;
• Zislbog, deusa da lua na mitologia wendish;
• Zywie, deusa da saúde e da cura, da regeneração e do renascimento;
Mitologia grega
Deuses primordiais

• Caos, o criador;
• Érebo, a escuridão;
• Éter, o ar;
• Gaia, a Terra;
• Hemera, o personificação do dia;
• Nix, a personificação da noite;
• Óreas, as montanhas;
• Ponto, as águas;
• Tártaro, o inferno;
• Urano, o céu;
• Chronos, o tempo;
• Eros, o amor;
• Tálassa, o mar Mediterrâneo.

Titãs

• Atlas (Titã grego, condenado por Zeus a sustentar o céu para sempre);
• Céos (Titã da inteligência, foi casado com a titanide Febe e com ela teve Astéria, a Deusa estelar, e Leto, a Deusa do anoitecer);
• Crio (Representava os seres marítimos e seu poder destrutivo envolvia as criaturas até hoje desconhecidas do mar das trevas);
• Cronos (Divindade suprema da segunda geração de deuses);
• Febe (deusa da luz);
• Hiperião (Deus solar primitivo);
• Jápeto (Deus titã da mortalidade);
• Mnemosyne (Divindade da enumeração vivificadora frente aos perigos da infinitude);
• Oceano (o imenso rio que rodearia a Terra, personificado pelo titã de mesmo nome, filho de Urano e Gaia que tinha um corpo formado por um torso de um homem, com garras de caranguejo tal qual chifres na cabeça e grande barba, terminando com a cauda de uma serpente);
• Prometeu (Aquele que deu o fogo dos deuses para presentear os homens);
• Reia (Mãe de todos deuses do Olimpo, é conhecida como Mãe dos Deuses. É uma deusa relacionada com a fertilidade);
• Teia (Titã que deu à luz as divindades siderais Hélio, o Deus Sol, Selene, a Deusa Lua, e Eos a Deusa Aurora);
• Tétis (Personifica a fecundidade da água, que alimenta os corpos e forma a seiva da vegetação);
• Têmis(Guardiã dos juramentos dos homens e da lei);

Deuses olimpianos

• Afrodite, Deusa da beleza, do amor e do sexo;
• Apolo, Deus do Sol, da medicina da Musica;
• Ares, Deus da guerra;
• Ártemis, Deusa da Lua, da caça e da fertilidade animal;
• Atena, Deusa da sabedoria, da estratégia de batalha e da razão;
• Deméter, Deusa da agricultura e da colheita;
• Dioniso, Deus do vinho e dos bacanais (festas);
• Éolo, Deus dos ventos;
• Eros, Deus do amor e do sexo;
• Hades, Deus do Submundo e dos mortos;
• Hefesto, Deus das forjas e da metalurgia;
• Hera, Rainha dos Deuses, deusa do casamento e da maternidade;
• Hermes, Deus mensageiro, deus dos ladrões, viajantes e todos os que passam pela estrada;
• Héstia, Deusa do fogo, da fogueira e do lar;
• Poseidon, Deus dos mares, dos terremotos e dos furacões;
• Zeus, Deus líder dos olimpianos, do raio;

Outros deuses

• Hades: deus do mundo inferior.
• Anfitrite:esposa de poseidon,e rainha dos mares.
• Circe; feiticera,
• Eos: deusa do amanhecer.
• Éris:deusa da discórdia.
• Esculápio:deus da medicina.
• Faetonte:filho de Hélio e da ninfa Climene.
• Hebe: deusa da juventude.
• Hécate: deusa da magia.
• Hélio: a persolificaçâo do sol
• Hipnos: o deus do sono.
• Io: uma das amantes de Zeus.
• Íris: deusa do arco-Íris.
• Iriana: deusa da construção e da destruição
• Ismênia: filha de Édipo e da rainha Jocasta.
• Leto: mãe de apolo e da Ártemis.
• Maya: uma deusa plêiadiana.
• Métis: a deusa titânica, da saúde, da proteção, da astúcia, da prudência e da virtude.
• Morfeu: deus do sonho.
• NIx: deus da prolificação.
• Orion: um gigante caçador, presente no mito de Ártemis.
• Pan: deus dos bosques.
• Perséfone: esposa de Hades e filha de Démeter, deusa do mundo inferior.
• Queres: são espíritos femininos.
• Selene: deusa da lua
• Selênium: deus dos pensamentos.
• Semele: mãe de Dioniso.
• Tânato: é a personificação da morte.
• Tifão: é uma titã da mitologia.
• Nêmesis: deusa da vingança e da justiça.
• Héracles: um semideus,filho de Zeus e Alcmena.
• Quione: Deusa da neve.
• Aura: Irmã gêmea de Quione, deusa da brisa congelante de inverno.
• Melinoe: Deusa dos fantasmas, oferendas e cerimônias fúnebres. Filha de Perséfone com Zeus e foi adotada por Hades.
• Macária: Deusa da boa morte, filha legitima de Perséfone e Hades. Foi criada para casar com Tânato, o deus da morte.
• Tique: deusa da sorte.
• Anteros: deus do amor correspondido.
• Himeros: deus do desejo amoroso.
• Pothos: deus da paixão.
• Himeneu: deus da cerimônia de casamento.
Mitologia hebraica
Deus de Israel

• Javé: deus criador;
Mitologia islâmica
Allah

• Alá: deus criador, é tido como o mesmo deus da mitologia hebraica, porém chamado de Alá em árabe;
Mitologia romana
Deuses romanos

• Angerona: Deusa do silêncio.
• Abeona e Adeona: Deusas da partida e retorno, respectivamente.
• Eos: Equivalente a Aurora.
• Baco: Equivalente a Dionísio.
• Bellona: Deusa da fúria na guerra.
• Caronte: Barqueiro de Hades.
• Ceres: Equivalente a Deméter.
• Céu: Deus da terra.
• Cupido: Equivalente a Eros.
• Diana: Equivalente a Ártemis.
• Arcus: Equivalente a Íris.
• Esculápio: Equivalente a Asclépio.
• Fama: Deus da voz publica.
• Febo: Equivalente a Apolo.
• Fortuna: Equivalente a Tique.
• Hora: Esposa de Quirino.
• Invidia: Deusa do senso da invéja.
• Iustitia: Deusa da justisa.
• Jano: Deus das portas.
• Juno: Equivalente a Hera.
• Júpiter: Equivalente a Zeus.
• Líber:
• Lupércio: Equivalente a Pã.
• Marte: Equivalente a Ares.
• Mercúrio: Equivalente a Hermes.
• Minerva: Equivalente a Palas Atena.
• Nemestrino:
• Netuno: Equivalente a Poseidon.
• Plutão: Equivalente a Hades.
• Proserpina: Equivalente a Perséfone.
• Quirino:
• Saturno:
• Vênus: Equivalente a Afrodite.
• Trívia: Equivalente a Hécate.
• Vesta: Equivalente a Héstia.
• Vitória: Equivalente a Niké (Nice).
• Vulcano: Equivalente a Hefesto.
• Lúlio:
• Somnus: Equivalente a Hipnos.
• Herácles: Equivalente a Hércules.
Mitologia nórdica
Deuses nórdicos

• Aegir, Deus do elemento líquido ligado a natureza.;
• Alfadur, Deus supremo. Alfadur seria responsável por recriar o mundo após o Ragnarok;
• Balder, Divindade da justiça, da sabedoria e da beleza;
• Borr, É o pai de Odin, Vili e Ve;
• Bragi, Deus da sabedoria e da poesia;
• Buri, Primeiro deus na mitologia nórdica.P ai de Borr e avô de Odin;
• Forseti, Deus da justiça, meditação e conhecimento interior;
• Frey, Deus prosperidade, a fertilidade, a alegria e a paz e chefe da agricultura.
• Freya, Deusa do sexo e da sensualidade, fertilidade, do amor e da atração, da luxúria, da música, das flores, da magia, da adivinhação e da riqueza;
• Frigga, Deusa da fertilidade, do amor e da união. É também a protectora da família, das mães e das donas-de-casa, símbolo da doçura;
• Iduna, Deusa da poesia;
• Loki, Deus das Trapaças;
• Mímir, Deus gigante antigo;
• Njord, Njord era o deus do Mar; Pai de Freya e de Freyr;
• Nornas, Um clã de deuses da mitologia nórdica;
• Odin, Deus supremo na mitologia nórdica;
• Ran, Governa o mar. Deusa do Submundo e dos Elfos Escuros, Senhora dos Mortos;
• Saga, Deusa nórdica da história e dos poemas;
• Thor, Representando a força da natureza (trovão);
• Tyr, deus do combate, do céu, da luz, dos juramentos
Mitologia Candomblé
Ketu

• OrixaNlá ou Obatalá, o mais respeitado, o pai de quase todos orixás, criador do mundo e dos corpos humanos. Conhecido como Oxalá;
• Oxalá, Deus de todos os deuses, da Bondade e da Paz;
• Oxalufon, Quando Oxalá aparece velho e sábio;
• Oxaguian, Quando Oxalá aparece jovem e guerreiro;
• Iemanjá, Deusa Mãe dos mares, dos lagos, lagoas, da família, do casamento e das mentes humanas;
• Oxum, Deusa dos rios, do amor, do ouro e da riqueza, protetora dos recém nascidos.;
• Iansã, Deusa dos ventos e das tempestades, Senhora dos mortos e dos raios;
• Ogum, Deus da guerra, do ferro e dos metais, dos caminhos e do trabalho;
• Oxóssi, Deus da caça e da fartura, Senhor da Floresta e dos animais, é o Orixá dos Alimentos;
• Omolu, Deus das doenças e da cura, Senhor da Morte e da Terra, considerado o Rei do Mundo Material, ligado aos ancestrais;
• Xangô, Deus da justiça e da ordem , do fogo, dos raios e dos astros;
• Oxumarê, Deus hermafrodita do arco-íris, das chuvas, das cores e dos movimentos,;
• Nanã, Deusa Anciã da Lama, dos pântanos, da chuva, da vida e da morte;
• Ossaim, Deus das ervas, Florestas, Magia e Medicina;
• Exu, Mensageiro dos Deuses, senhor da comunicação e das portas;
• Ibeji, Deuses Gêmeos das crianças, alegria e da pureza;
• Iroko, Deus das árvores, do tempo.
• Logun, Deus hermafrodita da juventude, pesca e beleza;
• Obá, Deusa da luta, da força, da paixão e da vitória;
• Yewá, Deusa Virgem dos horizontes, da beleza e da graça.
• Orumilá, Deus dos Destinos e da adivinhação;
• Olokun, Deusa dos Oceanos, Mãe de Yemanjá.
• Olossa, Deusa dos lagos, irmã de Yemanjá.
• Orixá Oko, Deus da agricultura, associado a Oxalá;
• Onilé, Deusa da Terra e dos mercados.
• Ayrà, Orixá do fogo e das fogueiras, usa branco, tem profundas ligações com Oxalá, seria uma qualidade de Xangô.
• Odudua, Orixá também tido como co-criador do mundo, pai de Oranian e dos yoruba.
• Egungun, Ancestral cultuado após a morte em Casas separadas dos Orixás;
• Iyami-Ajé, Chamadas Elèyè, representam a sacralização da figura materna, a grande mãe feiticeira.
• Oranian, Orixá filho mais novo de Odudua; Orixá dos Yorubás.
• Axabó, Orixá feminino da família de Xangô;
• Ifá, o porta-voz de Orunmila orixá da adivinhação e do destino, ligado ao Merindilogun.

Vodun , Origem Ewe e Fon

• Dangbé,O Dangbé é a serpente sagrada que representa o espírito de Vodum Dan.
• Mawu é o Ser Supremo dos povos Ewe e Fon.
• Lissá, que é masculino, e também co-responsável pela Criação.
• Loko, É o primogênito dos voduns.dono da joia de mahi que e o rungbe
• Gu, Vodun dos metais, guerra, fogo, e tecnologia.
• Heviossô, Vodun que comanda os raios e relâmpagos.
• Sakpatá, Vodun da varíola.
• Dan, Vodun da riqueza, representado pela serpente do arco-íris.
• Agué, Vodun da caça e protetor das florestas.
• Agbê, Vodun dono dos mares.
• Ayizan, Vodun feminino dona da crosta terrestre e dos mercados.
• Agassu, Vodun que representa a linhagem real do Reino do Dahomey.
• Aguê, Vodun que representa a terra firme.
• Legba, O caçula de Mawu e Lissá, e representa as entradas e saídas e a sexualidade.
• Fa , Vodun da adivinhação e do destino.
• Aziri , vodun das águas doces.
• Possun , vodun do po e da terra seca representado pelo tigre.
• Bessem, É o dono das águas doces em Abomey e Ouidah, do qual é patrono.
• Sogbô, Vodun do trovão da família de Heviossô.
• Tobossi, Naê ou Mami Wata, são todas as Voduns femininas das ezins jeçuçu, jevivi e salobres.
• Nanã, Vodun considera por todos os adeptos do Culto Vodun como a grande Mãe Universal.
Mitologia hinduísta
Trimurti

• Brama(Deus criador do Universo);
• Vixnu(Deus conservador do Universo);
• Xiva(Deus destruidor ou transformador do Universo);

Beldades

• Aditya;
• Mitra;
• Aryaman;
• Bhaga;
• Varuna;
• Daksha;
• Ansa;
• Indra;
• Savitri;

Auxiliares

• Ganexa (Deus removedor dos obstaculos)
• Parvati (Deusa da fertilidade e consorte de Shiva);
• Sarasvati (Deusa do conhecimento e consorte de Brahma);
• Lakshmi (Deusa da fortuna e consorte de Vishnu);
• Kali (Uma das formas de Parvati e é a destruidora do demônio Raktabija);

Seguidos de

• Abhaswaras;
• Abhimani;
• Agni;
• Airâvata;
• Amrita;
• Apadma;
• Apsarás;
• Ardjuna;
• Asuras;
• Aswing;
• Avatar;
• Bali;
• Bavani;
• Bod;
• Bodisatva;
• Bonzo;
• Brahm;
• Brâman;
• Brahmine;
• Bram;
• Brama;
• Braman;
• Brâmanes;
• Bramanismo;
• Brâmine;
• Caktis;
• Cakya-Muni;
• Calidasa;
• Câma;
• Cartikeia;
• Chardo;
• Civaismo;
• Civaista;
• Cri;
• Dastas;
• Devas;
• Darma;
• Durca;
• Dusak;
• Emakong;
• Esri;
• Erunia;
• Eruniakcha;
• Ganas;
• Ganges;
• Garuda;
• Guira;
• Hanza;
• Iama;
• Indrani;
• Indu;
• Isamia;
• Izvara;
• Kala;
• Kalidasa;
• Kalki;
• Kâma;
• Kâma-Deva;
• Kamagra;
• Kança;
• Kapila;
• Kartikeya;
• Kchatrya;
• Kchatryani;
• Krishna;
• Kusa;
• Kuvera;
• Mahadeva;
• Manaswamin;
• Manava-Dharma-Sâstra;
• Manu;
• Meru;
• Mitríacas;
• Mudevi;
• Muruts;
• Nandi;
• Ormazd;
• Para-braman;
• Paraçu-rama;
• Pârana;
• Párias;
• Pradjapati;
• Pradyumna;
• Pritivi;
• Puchan;
• Rackshras;
• Rakchas;
• Râma;
• Râma-tchandra;
• Ramaiana;
• Rati;
• Râvana;
• Richis;
• Rigveda;
• Ruckmini;
• Rudra;
• Sach;
• Sakra;
• Salamandra (elemental);
• Sama-veda;
• Sani;
• Shashti;
• Sita;
• Skanda;
• Sôma;
• Soradeus;
• Sudra;
• Sudrani;
• Surya;
• Svarga;
• Tchandra;
• Tchandramas;
• Tchinewad;
• Thug;
• Trimurti;
• Tuas;
• Tugue;
• Twachtri;
• Ure;
• Urvace;
• Uschas;
• Vacyá;
• Vaixiá;
• Valmiki;
• Vamana;
• Vayú;
• Viaça;
• Virabhabra;
• Vixmismo;
• Vixmista;
• Vritza;
• Vyasa;
• Wecya;
• Wecyani;
• Xatria;
• Xatriani;
• Yadiur-veda;
• Yama;
• Yoni;
• Zend;
• Zervane-akerene;
Mitologia maia
Deuses maias

• Ah Puch;
• Bolon Yokte;
• Camazotz;
• Chac Mool;
• Huracán;
• Ixchel;
• Kukulcán;
Mitologia asteca
Deuses astecas

• Acolmiztli;
• Acolnahuacatl;
• Acuecucyoticihuati;
• Amimitl;
• Atl;
• Atlacamani;
• Atlacoya;
• Atlatonin;
• Atlaua;
• Ayauhteotl;
• Camaxtli;
• Centeotl;
• CentzonTotochtin;
• Centzonuitznaua;
• Chalchiuhtlatonal;
• Chalchiuhtlicue;
• Chalchiutotolin;
• Chalmecacihuilt;
• Chalmecatl;
• Chantico;
• Chicomecoatl;
• Chicomexochtli;
• Chiconahui;
• Chiconahuiehecatl;
• Cihuacoatl;
• Cipactli;
• Citlalatonac;
• Citlalicue;
• Ciucoatl;
• Ciuteoteo;
• Civatateo;
• Coatlicue;
• Cochimetl;
• Coyolxauhqui;
• Ehecatl;
• Huehueteotl;
• Huitzilopochtli;
• Huixtocihuatl;
• Ilmatecuhtli;
• Itzlacoliuhque;
• ItzliItzpapalotl;
• Ixtlilton;
• Iztaccihuatl;
• Macuilxochitl;
• Malinalxochi;
• Mayahuel;
• Metztli;
• Metzli;
• Mextli;
• Mictlan;
• Mictian;
• Mictlantecuhtli;
• Mixcoatl;
• Nagual;
• Nahual;
• Nanauatzin;
• Omacatl;
• Omecihuatl;
• Ometecuhtli;
• Ometeotl;
• Opochtli;
• Patecatl;
• Paynal;
• Popocatepetl;
• Quetzalcóatl;
• Tlalocan;
• Tecciztecatl;
• Teoyaomqui;
• Tepeyollotl;
• Teteoinnan;
• Tezcatlipoca;
• Titlacauan;
• Tlahuixcalpantecuhtli;
• Tlaloc;
• Tlaltecuhtli;
• Tlazolteotl;
• Tlillan-Tlapallan;
• Tloquenahuaque;
• Tonacacihuatl;
• Tonacatecuhtli;
• Tonantzin;
• Tonatiuh;
• Tzitzimime;
• Tzizimime;
• Toci;
• Ueuecoyotl;
• Xilonen;
• Xipe Totec;
• Xiuhcoatl;
• Xiuhtecuhtli;
• Xochipilli;
• Xochiquetzal;
• Xocotl;
• Xolotl;
• Yacatecuhtli;
• Yaotzin;
Mitologia inca
Deuses inca

• Aqlla;
• Apu;
• Apu Catequil;
• Apu Illapu;
• Apu Punchaw;
• Ataguchu;
• Cavillaca;
• Chaska;
• Chaska Quyllur;
• Kuka Mama;
• Copacati;
• Iqiqu;
• Hanan Pacha;
• Waqas;
• Apu Inti;
• Ka-Ata-Killa;
• Kay Pacha;
• Kon;
• Mama Hallpa;
• Mama Qucha;
• Mama Uqllu;
• Mama Pacha;
• Mama Killa;
• Manco Capac;
• Unu Pacha Kuti;
• Pacha Kamaq;
• Paria Qaqa;
• Supay;
• Uku Pacha;
• Urcaguary;
• Vichama;
• Viracocha;
• Wichama;
• Sara Mama;
Mitologia tupi-guarani
Deuses indígenas da América do Sul

• Abacai;
• Andurá;
• Anhangá;
• Chandoré;
• Guaraci;
• Iara;
• Jaci;
• Sumé;
• Tupã;
• Rudá;
Mitologia norte-americana
Deuses indígenas da América do Norte

• Espíritos Sky Nesaru;
• Achiyalatopa;
• Geyaguga;
• Hastsehogan;
• Hastseltsi;
• Hastsezini;
• Hino;
• Keneun;
• Ataentsic;
• Kachina;
• Wakonda;

Deus urbano

• Monstro do Espaguete Voador;
Mitologia khoi
Deuses knoi

• Gamab (Deus supremo na mitologia khoi);
• Gunab (Deus do mal na mitologia khoi);
• Tsui (Deus da magia, da tempestade ou chuva e do trovão);
Mitologia Rapa Nui
Deus nui

• Maki Maki (Deus da criação);